
Filme que vira a esquina é o máximo. É, não é mais, mas era, é, não, sim. Metalingüístico? É. Não é, é só sobre o Fellini. Era documental? Era. Peraí, não, não é, ele espreme sonho o tempo todo. Exprimindo tufões peliculares, Mastroianni-Aimée-Cardinale varrendo a tela. Com um chicote a gente doma a vontade de nunca terminar. Sim, eu sou o rei. Ah, não, não sou. Aí a gente acorda e o Fellini continua zanzando em algum lugar que não separa in-consciente. Oito e meio. Virando a esquina e continuamos indo. Cinema acaba?
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