

Lera a fotopersonificação da tristeza feminina no meio de tantas páginas, antes apenas vista com a imaginação. Estava lá, pois, a conclusão impossível - que as curvas e esquinas duras das palavras escritas não permitiam - de sentir com sua mente pouco vivida. A imaginação não tinha limites e por isso os limites que as coisas encerravam eram fenomenais. Leria.
"'Quando você viverá você?' - estampado no pequeno bilhete de geladeira. 'Lembrar de esquecer' - tinta gasta no papel da cabeceira."
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