23.2.08


Lera a fotopersonificação da tristeza feminina no meio de tantas páginas, antes apenas vista com a imaginação. Estava lá, pois, a conclusão impossível - que as curvas e esquinas duras das palavras escritas não permitiam - de sentir com sua mente pouco vivida. A imaginação não tinha limites e por isso os limites que as coisas encerravam eram fenomenais. Leria.






"'Quando você viverá você?' - estampado no pequeno bilhete de geladeira. 'Lembrar de esquecer' - tinta gasta no papel da cabeceira."









.r

2 comentários:

anna julia disse...

breve e suficiente.
adorei.

Jacque disse...

procurei seu blog pelo google: desconexos+blog+yada

encontrei outra coisa, fiquei com medo e fugi.

tava com saudades daqui.